O percurso desenrola-se integralmente no interior da histórica Tapada Nacional, oferecendo um terreno ondulado com sucessivas variações de inclinação que exigem uma gestão constante do ritmo. A interação com o solo é marcada pela alternância entre estradões de terra batida compacta e trilhos mais técnicos onde a tração é posta à prova pela presença de pedra solta e afloramentos calcários. Um detalhe de nicho deste piso é a densa camada de manta morta (folhagem e pequenos ramos) que cobre os caminhos de pé posto, reduzindo a aderência em zonas de maior relevo e exigindo atenção redobrada nas curvas mais fechadas sob a copa das árvores. A exposição solar varia significativamente entre as zonas de floresta densa e as áreas de cumeada mais abertas e ventosas.
🙋 Dúvidas Frequentes
- Como posso consultar os resultados da prova? Os resultados e classificações são disponibilizados na plataforma de inscrição, que pode ser acedida na secção de links abaixo.
- Onde são publicadas as fotos do evento? As fotografias do evento são geralmente publicadas nas redes sociais oficiais da organização ou em plataformas especializadas de fotografia desportiva nos dias seguintes à prova.
- Qual o percurso detalhado e o regulamento? O percurso percorre os trilhos protegidos da Tapada Nacional de Mafra, e todos os detalhes técnicos, incluindo o regulamento completo, podem ser consultados através da página oficial de inscrição disponível no link abaixo.
🏔️ Geometria da Prova
A prova apresenta uma altimetria de dificuldade moderada, com um desnível positivo acumulado que ronda os 800m na distância principal. A superfície é 100% natural, composta maioritariamente por solo argiloso e trilhos florestais, sem qualquer contacto com asfalto após a entrada nos muros da Tapada.
🌍 Sobre o Local e Sugestão Gastronómica
A Tapada Nacional de Mafra foi criada em 1747 pelo Rei D. João V como parque de lazer e caça para a corte portuguesa, sendo hoje um exemplo único de biodiversidade e património mundial da UNESCO. Como sugestão gastronómica funcional, recomenda-se o famoso Pão de Mafra, uma excelente fonte de hidratos de carbono complexos, ideal para o reabastecimento de glicogénio após o esforço nos trilhos.